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17 de agosto de 2009

Profissões em demanda em Montreal

8 .

Saiu no jornal Métro de Montréal do dia 12 de agosto as profissões com prespectivas de emprego muito favoráveis na ilha de Montreal (2008-2012).

Eis a lista:

  • agente financeiro
  • motorista de ambulância
  • audiologista e fonoaudiólogo
  • dentista
  • terapeuta ocupacional
  • higienista dental
  • enfermeiro autorizado
  • engenheiro civil
  • engenheiro aeroespacial
  • inaloterapeuta, perfucionista e tecnólogo cardiopulmonar
  • mecânico e controlador de aeronave
  • mecânico, técnico e controlador de aviação, de instrumentos e de aparelhagem de aeronave
  • médico especialista
  • clínico geral
  • optometrista
  • ferramentas - fabricação e concerto
  • pessoal de suporte em serviços de saúde
  • farmacêutico
  • fisioterapeuta
  • técnico em engenharia civil
  • tecnólogo em radiação médica
  • tecnólogo médico e assistente em anátomo-patologia

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image Clique na imagem acima para ler a reportagem completa

 

Quem já postou sobre o assunto:

4 de junho de 2009

Manual de dicas para brasileiros: Educação no Québec

3 .

Antes de sair do Brasil, você ficou sabendo que o Canadá é um país bilíngüe. No Quebec, a língua francesa é oficial. Por isso, se você fala só inglês é melhor começar a estudar francês.

Informações gerais sobre o tema podem ser encontradas no sítio do Ministério de Educação do Quebec (http://www.meq.gouv.qc.ca).

manual

O ensino no Quebec

O sistema escolar compreende a educação pré-escolar, o ensino primário, o secundário, o colegial e o universitário.

A escola é obrigatória para todos, dos 6 aos 15 anos.

A educação pré-escolar, primária e secundária, é gratuita nas escolas do setor público. A administração das escolas públicas compete a comissões escolares, sob o controle do Ministério da Educação, que as financia e lhes determina a natureza dos serviços educativos. As escolas públicas são laicas.

 

A rede de ensino colegial constitui-se de CEGEPs (Collège d’Enseignement Général et Professionnel) ligados ao Ministério da Educação. Esta estrutura do ensino é uma particularidade da Província do Quebec. Nas outras províncias canadenses, o estudante que termina o curso secundário pode pleitear sua matrícula numa universidade imediatamente.

 

Os CEGEPs são instituições de ensino de nível intermediário, entre o secundário e o universitário. Oferecem dois tipos de programa:

a) pré-universitário: com duração de dois anos, após os quais o aluno entrará na universidade, onde se especializará;

b) técnico ou profissionalizante - com duração de três anos, após os quais o aluno se graduará como técnico em alguma especialidade.

 

Na sistemática canadense, o primeiro ano do CEGEP corresponde ao último ano do segundo grau. Dessa forma, o segundo ano do CEGEP corresponderia ao primeiro ano de um curso de nível superior. A possível equivalência com curso universitário no Brasil é determinada, caso a caso, pela universidade brasileira envolvida.

O ingresso no CEGEP somente é válido para os estudantes com idade correspondente ao seu nível escolar (entre 17 e 22 anos). Os interessados devem procurar o departamento para alunos estrangeiros das universidades, cujas informações também podem ser encontradas via Internet, como por exemplo o excelente guia criado pela Universidade Concórdia para estudantes estrangeiros (http://advocacy.concordia.ca/international).

 

Adulto: O governo do Quebec oferece curso de francês para o imigrante, que recebe bolsa para estudar, já que ele não pode trabalhar porque ainda não domina a língua francesa. O interessado deve procurar o Carrefour d’Integration (tel. (514) 864-9191, www.immigration-quebec.gouv.qc.ca ), e perguntar qual o Carrefour mais próximo de sua residência. Caso o imigrante possua nível superior, o Carrefour d’Integration possibilita acesso ao curso de francês em universidades. Existem também cursos particulares que ensinam idiomas, tais como: YMCA, universidades McGill, Concórdia, de Montreal e do Quebec em Montreal (UQAM), entre outros.

 

Se o imigrante fizer o curso do Carrefour d’Intégration em horário integral e não dominar o idioma francês em grau suficiente para conseguir um emprego, terá direito a receber bolsa. Se, apesar de não dominar a língua francesa, já estiver trabalhando, poderá fazer o curso em horário noturno, mas, neste caso, não terá direito a remuneração. É bom observar que esse curso tem como finalidade não só o ensino da língua francesa, mas também a integração do imigrante na comunidade montrealense. Se você não for imigrante, não terá direito aos serviços do Carrefour.

Para o adulto que ainda não teve oportunidade de completar seus estudos primários ou secundários, existe a possibilidade de fazê-lo por meio do Serviço de Educação para Adultos das escolas. O residente temporário também tem direito de usá-lo.

Os residentes temporários deverão solicitar, no mesmo telefone do Carrefour d’Intégration, uma entrevista para obter autorização para estudar no Quebec, denominada Certificado de Aceitação do Quebec (CAQ). Observe que tal documento só é emitido mediante apresentação da carta de aceitação da instituição de ensino do Quebec, devendo ser solicitado quando o interessado estiver no Quebec.

 

Abaixo estão os endereços de alguns dos centros de educação contínua das universidades onde são oferecidos cursos de línguas, bem como endereços dos Centros de Estudantes Internacionais:

McGill

Centre for Continuing Education

688 rue Sherbrooke Ouest, 3ème étage

Montreal, Q.C.

H3A 2R1

Tel: (514) 398-6160

Fax: (514) 398-2650

info@lan.mcgill.ca

www.mcgill.ca

McGill International Students’ Centre

e-mail: MISM@ssmu.mcgill.ca

Concordia University

Centre for Continuing Education

1600, St. Catherine Ouest

Montreal, QC

H3H 2S7

Tel: (514) 848-3600

fax: (514) 848-2806

www.concordia.ca

Concordia International Students’ Centre

1455, boul. De Maisonneuve Ouest

Montréal, QC

H3G 1M8

Tel: (514) 848 3515

Fax : (514) 848-3599

www.advocacy.concordia.ca/international

iso@alcor.concordia.ca

Université de Montréal

Faculté Education Permanente

C.P. 6128

Succursale Centre Ville

Montreal, Q.C.

H3C 3J7

Tel: (514) 343-6090

Fax: (514) 343-25304

www.fep.umontreal.ca

Centre d’Etudiants Internationaux de

l’Université de Montréal

www.umontreal.ca

Centre d’Etudiants Internationaux de

l’UQAM

Pavillon J.-A.-de Sève – Local 2250

Tel : (514) 987-3580

Fax : (514) 987-6620

www.uqam.ca

e-mail: SVC.accueil@uqam.ca

 

Criança: Filhos de família imigrante só poderão estudar em escola pública francesa. As crianças são colocadas numa classe comum a todos os imigrantes (classes d’accueil, divididas por idade), onde permanecem até atingir as habilidades mínimas de comunicação oral em francês e noções elementares de leitura e escrita, preparando-se, assim, para a escola de seu bairro.

Dependentes menores de residentes temporários não são obrigados a estudar em escola francesa. Necessitam, porém, de permissão para estudar em inglês, caso assim o prefiram. Essa permissão é dada pela English Montreal School Board ou pela Comission Scolaire de Montreal. Em geral, o pai ou responsável deve comparecer à Comissão escolar munido dos passaportes (o seu e o da criança) e respectivos vistos. Antes de inscrever seu filho, o residente temporário pode visitar as escolas de seu bairro e escolher aquela de sua preferência. Claro que pode ser uma escola de outro bairro, longe do seu, mas não se esqueça do inverno no Canadá: é mais seguro e cômodo que a escola seja próxima de sua casa, apesar de haver serviço gratuito de ônibus escolar, pois este somente atende a perímetro limitado ao redor da escola.

 

Após decidir-se pela escola, é necessário, para concretizar a matrícula, que o interessado vá a uma das Comissões Escolares, a fim de obter a autorização do Ministério de Educação para que seu filho possa ser matriculado. É neste momento que se obtém também a autorização para estudar em inglês, se for o caso.

Documentos necessários:

· certidão de nascimento;

· passaporte com visto válido ou comprovante de imigração;

· pagamento de taxa em espécie, que em alguns casos será devolvida posteriormente pela escola.

Para ser aceito:

· no pré-maternal, deve ter 4 anos antes de 1º de outubro;

· no maternal, deve ter 5 anos antes de 1º de outubro;

· no 1º ano, deve ter 6 anos antes de 1º de outubro.

 

Observação: O interessado pode também optar por escola da rede particular. O imigrante ou residente permanente que não tenha antecedentes de estudos em inglês só poderá inscrever seus filhos em escola francesa. Caso você opte por escola de ensino em língua inglesa, deverá obter autorização das autoridades competentes para efetivar a inscrição.

Endereços:

English Montreal School Board (www.emsb.ca)

6000 Fielding Avenue, room 121

Montreal, QC, H3X 1T4

tel: (514) 483-7200

Commission Scolaire de Montréal (www.csdm.qc.ca)

3737, Rue Sherbrooke Est

Montreal, QC, H1X 3B3

tel: (514) 596-6000

 

Leia também:

26 de maio de 2009

Bolsa de estudo em Québec

0 .

Para quem pensa em dar continuidade aos seus estudos em Québec, e pretende obter ajuda financeira do governo (sim, lá você pode), acesse Aide Financière aux Études, e se informe sobre empréstimos, bolsas de estudo de tudo o mais. Lembrando que esse direito é para os residentes permanentes ou québecois.

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 A dica do site é de André de Morais que vi  na comunidade do orkut Brasileiros em Québec.

16 de abril de 2009

Algumas considerações sobre os vistos para o Canadá

0 .

Para quem deseja obter o visto temporário para o Canadá, as informações abaixo podem ser elucidativas. Confira as dicas do site queromorarfora:

 

Visto

 

Brasileiros que vão para o Canadá necessitam de um visto que é emitido em território Brasileiro pelos órgãos Canadenses responsáveis. A Solicitação do visto pode ser feita pelo correio (ou despachante), e se a embaixada sentir necessidade, uma entrevista será feita por telefone. Estudantes não precisam de visto especial se forem estudar por menos de 6 meses, acima deste período o estudante deve solicitar uma permissão para estudo.


O Canadá é um país aberto a imigração, mas ele buscam um determinado perfil de pessoas que os interessam. Saiba mais.

 

 

Cuidados para não ter o visto negado


Primeiro deve se entender que pessoas na idade de risco ( 20 a 35 anos) sem vínculo no Brasil são possíveis imigrantes ilegais para o governo de países como Canadá. Então, na hora da solicitação do visto, deve-se provar que, por vários motivos, a pessoa retornará ao Brasil no término do visto. Para isso deve-se apresentar o maior número de vínculo possível. Vínculo trabalhista, estudantil, familiar e bens materiais são os principais motivos desejados pela embaixada canadense.  

 

Embaixada


Endereço: SES - Av. das Nações, Qd. 803, lote 16, Brasília, DF, CEP: 70410-900
Telefones: 0/xx/61/3424-5400
Fax: 0/xx/61/3424-5490
E-mail: brsla@international.gc.ca


Consulados


Setor Consular da Embaixada
Endereço: SES - Av. das Nações, Qd. 803, Lote 16, Brasília, DF, CEP 70410-900
Telefones: 0/xx/61/3424-5400, 0/xx/61/3424-3330 e 0/xx/61/3424-3301
Fax: 0/xx/61/3424-5490 e 0/xx/61/3424-5491
E-mail: brsla-cs@internacional.gc.ca
Site: www.canada.org.br

 


Consulado-Geral em São Paulo
Endereço: Av. Nações Unidas 12901 16º andar, Brooklin, São Paulo, SP, CEP 04578-000
Telefones: 0/xx/11/5509-4321
Fax: 0/xx/11/5509-4260
E-mail: consular@canada.org.br, spalo@internacional.gc.ca

 


Consulado Honorário em Belo Horizonte
Endereço: Rua da Paisagem 220, 3º andar, Vila da Serra, cep 30123-970
Telefones: 0/xx/31/3047-1225
Fax: 0/xx/31/3289-2150
E-mail: consul.belo@canada.org.br
Site: www.canada.org.br

8 de fevereiro de 2009

Brasileiros de Montreal - parte II

0 .

Nesta segunda parte do estudo Brasileiros de Montreal, o autor fala sobre os imigrantes do Brasil. Discorre acerca da discriminação entre os naturais do país. Em contrapartida, analisa a distinção feita pelos nativos aos estrangeiros, principalmente de nacionalidade européia.

tags: cultura humana, racismo, mestiçagem


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Brasileiros de Montreal
Luís Carlos Lopes



parte II (continuação)

Nas famílias de longa tradição, ricas e pobres, são facilmente encontráveis imigrantes que vieram de outros países. Destes, destacam-se os vindos da Itália, de Portugal e da Espanha, sobretudo entre 1850 e 1930. Neste período, houve notável esforço estatal e privado concebido já na direção de substituir progressivamente a mão-de-obra escrava de origem africana e de se produzir o branqueamento racista almejado pelas elites. Na mesma época, veio gente de toda parte criando influências de caráter universal. Nas décadas subseqüentes, o fluxo imigratório vindo do exterior persistiu, com menor fôlego, mas aportando muitos europeus e asiáticos no território brasileiro. Ainda hoje, o Brasil é receptor de imigrantes, agora vindos, mormente, de outros países da América Latina e de algumas regiões da velha Ásia.


As origens indígenas e africanas, quase sempre negadas, estão estampadas nas faces da população, em vários aspectos da sua produção cultural e das características históricas da ocupação do território brasileiro. De modo recorrente, os brasileiros das classes médias para cima se imaginam como europeus ou seus descendentes. As elites culturais, com honrosas exceções, celebraram um país mítico, uma continuação da Europa, bem longe da verdade bio-histórica da população brasileira. A aceitação social relativa deste descolamento do real é compreensível, como decorrência de uma história eivada pelas formas mais radicais da exploração do homem pelo homem. montrea1
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no ano de 2000, no último censo nacional realizado, a população brasileira teria chegado aos 170 milhões de habitantes. Destes, 53,7% se autodeclararam como ‘brancos’, 38,5% se entenderam como ‘pardos’, apenas 6,2% se compreenderam como ‘pretos’, 0,4% se disseram ‘amarelos’ e, surpreendentemente, só 0,4% do conjunto da mesma população, se entenderia como ‘indígena’ [6]. Nos moldes desta autocompreensão o Brasil seria um país de ‘brancos’ e ‘pardos’, com minorias de afrodescendentes, ameríndios e orientais. A autodeclaração racial permite a construção livre de identidades, sob forte influência de uma cultura que já foi chamada de ‘democracia racial’, com todos os problemas derivados da busca do consenso social sobre as origens bioculturais dos brasileiros. Todas as culturas humanas constroem representações do real, imaginando como são e porque são deste modo e não de outro. Por outro lado, tais construções são poderosos indicadores da mesma realidade.

A escravidão dos autóctones, encerrada formalmente em fins do século XVIII, implicou a assimilação biossocial dos que sobreviveram ao extermínio e ao cativeiro. O fenótipo dos brasileiros indica as fortes presenças indígena, européia e africana na constituição das características corpóreas da população. A cor da pele, os traços fisionômicos, o porte físico e o tipo de cabelo demonstram a imensa mestiçagem do país. Os brasileiros carregam nos seus genes suas origens, mas sempre houve espaço para a inclusão de imigrantes de outras proveniências. O problema é perceber que suas culturas não necessariamente as compreendem. A negritude e as origens indígenas encontram dificuldades de afirmação nos processos representacionais da nação brasileira. É mais fácil que os brasileiros se imaginem como europeus, mesmo que suas características biossociais revelem algo diverso.

Entretanto, as bases materiais das culturas do país terminam por se impor, especialmente, em traços de comportamento gregário e afetivo especiais, que remetem à velha África, às Américas pré-colombianas e aos povos ibéricos. Diferentemente de outras formações históricas, a brasileira notabiliza-se pelo baixo nível de xenofobia. Raramente, alguém foi ou é julgado e admoestado por aqui por ter origem nacional distinta. A tendência dominante é a da incorporação, da aceitação do outro, principalmente se ele não se assemelha aos que são discriminados no país. Ser estrangeiro no Brasil é um sinal de distinção, de se pertencer a um grupo superior aos nascidos no país. A descendência de estrangeiros, revelada por sobrenomes e características fenotípicas européias e, mesmo, orientais, consiste em inegável vantagem social. Os brasileiros de origem tendem a reverenciar os que vêm de fora, aceitá-los a priori e considerá-los rapidamente como parte da vida social.

Os casos conhecidos de xenofobia foram e são poucos e dificilmente elevados ao nível do ódio radical e da tentativa de destruição do estrangeiro. Ao contrário, sempre foi mais fácil os naturais do país serem discriminados pelos mesmos. Faz-se pilhéria com a dificuldade de alguns imigrantes falar o português, com aspectos de seus hábitos, mas isto não implica, ou implicou no passado, em guetificações ou a impossibilidade de se trabalhar e de viver em comunidade. Há registros de casos pontuais e de grupos com pendores desta natureza. Entretanto, nada disto é comparável ao que se conhece na história de inúmeros países.
A regra étnica geral do Brasil situa os mais brancos no topo e no meio da pirâmide social, no que refere a apropriação da renda nacional. Os mais escuros tendem, com exceções, a estar na base, no modo em que as etnias organizaram-se na constituição da modernidade brasileira. Há evidências inquestionáveis que a cor da pele e outros atributos físicos são elementos cruciais para as possibilidades de mobilidade social. Quanto mais branco, as possibilidades são maiores. A cor escura ou a origem ameríndia claramente definida tornam a ascensão mais difícil, bem como a manutenção de posições alcançadas. Isto vale, mormente, para os afrobrasileiros descendentes dos escravos, mas, também é válido para os mestiços do caldeirão étnico local e os que descendem das populações ameríndias.

No Brasil, muito se conhece das migrações forçadas de fora para dentro do seu território, especialmente, com os quatro séculos de tráfico internacional de escravos africanos. Dentro da colônia, sabe-se o mesmo com o aprisionamento de índios do sertão - as entradas e as bandeiras - para alimentar o mercado interno de escravos, até o século XVIII. No século XIX, o país já independente conheceu a migração massiva alguns milhões de europeus, ocorrida, em larga escala, entre 1850 e 1930, no afã da substituição do trabalho escravo, do povoamento de regiões estratégicas e dos esforços das primeiras tentativas de industrialização.

Na modernidade, o movimento de pessoas pelo território brasileiro passou a ser, sobretudo, interno. As regiões mais pobres, sobretudo a nordeste, alimentaram, com o envio de milhões de seres humanos, vários projetos econômicos no norte e, mais ainda, no sudeste e no centro-oeste. Nas décadas que se seguiram à Segunda Guerra, a vinda de estrangeiros era pouco expressiva quantitativamente, apesar de algumas ondas pontuais de imigração, sobretudo dos vindos da península ibérica. Mais recentemente, o país tem mantido sua tradição de recepção de imigrantes vindos de toda parte do mundo, agora, mormente, da Ásia e dos demais países da América Latina.
foto blog montreal
Brasileiros abandonando o país, no mesmo tempo, era fato praticamente desconhecido, por efeito do número inexpressivo dos que iam para o exterior para ficar, no pós-guerra. Somente nas últimas duas décadas é que se começou a notar a existência de uma nova diáspora. O principal destino dos brasileiros deste tempo vem sendo a ida em massa para a América do Norte e para alguns países europeus. A existência de emigrantes brasileiros espalhados pelo mundo é algo que ainda surpreende os corações e mentes dos seus compatriotas.

Não existem cifras absolutamente confiáveis sobre o exato tamanho dos emigrantes que saíram do Brasil nos últimos vinte anos. Algumas estimativas falam em quatro milhões, outras cortam pela metade este número. Entretanto, os brasileiros são bastante visíveis mundo afora. Mesmo não se sabendo quantos realmente são, pode-se dizer que são muitos, pelo menos, algo próximo de dois por cento da população total. Como o Brasil é um país muito populoso, tal número não representa muito, considerando-se, por exemplo, as diásporas dos países vizinhos, notadamente a do Uruguai e a da Argentina. Todavia, o impacto da ida de brasileiros para outros países é bastante visível socialmente e, hoje, fortemente representando pelas mídias do país. Ir para o estrangeiro passou a ser uma das opções de vida possíveis, principalmente, para os jovens. Isto alimenta os sonhos de bem-aventurança de milhões.
[6] Mapa da Distribuição Espacial da População, segundo a Cor ou Raça - Negros e Pardos". IBGE, 2008.
fim da introdução  

Subtítulos das próximas partes do estudo:
  • A realidade política quebequense e a imigração
  • A tentativa das acomodações razoáveis
  • A cidade e a imigração
  • Brasileiros em Montreal
  • A parole dos brasileiros
  • Entrevistados de Montreal
  • Conclusões
  • Bibliografia
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3 de fevereiro de 2009

Brasileiros de Montreal - parte I

0 .
Estudo sobre a presença dos imigrantes brasileiros em Montréal . Veja que interessante a abordagem histórica do autor sobre "a busca do paraíso" na introdução. Ele volta a discorrer o assunto em A parole dos brasileiros e na conclusão.

Primeira parte:
  • Resumo
  • Apresentação
  • Introdução (parte dela)
Se você está chegando agora no Blog, seja muito Bem-Vindo e leia:


    Brasileiros de Montreal

    Luís Carlos Lopes

    Resumen: Este artigo discute o problema da presença dos imigrantes brasileiros em Montreal, sob os pontos de vista históricos, antropológicos e comunicacionais. Procura esclarecer as raízes culturais do Brasil, Canadá e Quebec e seus efeitos na formação do que o texto chama de cultura da imigração.

    Seu principal ponto de apoio é da análise da presença brasileira, frente ao que se denomina, no Quebec, de acomodações razoáveis. Discute as implicações objetivas e subjetivas do mesmo fenômeno. Deseja fixar o que chamou de parole dos brasileiros que habitam a cidade de Montreal. Explora suas percepções e seus modos de comunicá-las.

    A importância deste texto relaciona-se à ampla discussão internacional sobre as migrações em um mundo globalizado. Ao discutir os problemas relacionados a imigração brasileira recente para o chamado primeiro mundo, o autor tenta compreendê-la em sua totalidade, a partir da especificidade do caso montrealense.
    Palabras clave: cultura; comunicação; parole; globalização

    montrea1
    Apresentação

    O texto que se segue foi escrito a partir da observação direta do problema da imigração para o Quebec e o da permanência dos brasileiros em Montreal. Seu autor viveu um ano (2007) na cidade, na condição de imigrante temporário, pesquisador e de professor universitário [1]. Já conhecia a urbe desde 1987, e lá tinha vivido e estudado por sete meses, entre 1997 e 1998.

    Desta última vez, foi possível ter ainda mais contatos com membros da comunidade brasileira local, fazer entrevistas e conhecer aspectos do trabalho do Consulado brasileiro [2]. Nas livrarias e nas bibliotecas, foram encontradas algumas das fontes em que esta pesquisa se baseou. Mas foi o contato direto com os brasileiros, quebequenses e imigrantes de outras nacionalidades, o que lhe permitiu conhecer melhor do objeto de sua pesquisa. A conversação direta mantida com seus compatriotas foi o elemento mais importante para que se chegasse às conclusões aqui apresentadas.

    As análises realizadas levaram em conta a experiência humana vivenciada. Ela permitiu que se compreendessem melhor os problemas da condição de imigrante brasileiro em Montreal e as questões políticas relativas à imigração para o Quebec. Quis-se reunir, nesta pesquisa, um mosaico de informações e de argumentos que permitisse ao leitor entender em profundidade o que se passa nesta cidade e com os brasileiros que nela habitam. Na verdade, este texto consiste em um estudo preliminar que deverá se desdobrar numa avaliação mais geral da imigração dos brasileiros para o Canadá e, talvez, para os demais países do denominado primeiro mundo. Por isso, algumas de suas passagens vão além do seu principal foco.

    Sua idéia central foi a de capturar a parole dos brasileiros em Montreal, incluindo nisto o ponto de vista específico do seu autor. Seguindo as regras de uma avaliação hermenêutica crítica e de profundidade, buscou-se trabalhar com o contexto histórico-social, os sujeitos envolvidos e seus discursos. Para falar dos brasileiros, foi necessário falar um pouco sobre o Brasil, outro tanto sobre o Canadá, Quebec e Montreal. Espera-se que isto sirva para o leitor se situar na discussão dos significados da presença brasileira na maior cidade francofônica, fora dos domínios territoriais da França.
    blog 2
    O autor é cônscio que o problema da diáspora brasileira não se resume ao caso montrealense. Ao contrário, a experiência vivida pelos brasileiros nesta cidade tem suas especificidades, mesmo que tenha elementos comuns aos demais casos. As questões levantadas apontam para o conjunto das migrações massivas e contemporâneas para o exterior. Um dos motivos de se escrever este texto foi o de perceber que os candidatos a emigrar pouco sabem do que realmente vão encontrar em outras realidades. Outro foi o do combate ao pouco conhecimento dos que ficam no Brasil sobre o mesmo assunto. A observação de vários atos de propaganda, discursos existentes em sítios eletrônicos e comunidades virtuais permitiu demonstrar o fácil romantismo e a pouca objetividade, na decisão de deixar o seu país natal. A idéia perseguida foi a de fornecer dados e argumentos mais precisos, para quem deseje se aventurar pelo mundo afora.

    O partido deste texto é o dos brasileiros [3]. Ele foi escrito, em português, para eles. Talvez, possa interessar a outros imigrantes. Quem sabe, despertará a curiosidade de pessoas dos países que os recebem. Sabe-se que o problema não tem pátria ou dono. Pertence a toda a humanidade nesta atual fase da modernidade. As migrações internacionais é uma das dimensões menos conhecidas do que se convencionou chamar de globalização. 


    Introdução
    A expectativa de se chegar ao paraíso e a busca dele no espaço terrestre é uma constante desde a Idade Média ocidental. Esta aspiração serviu para fundamentar a cultura da expansão ultramarina e se manteve no processo de colonização, tal como explicou Sérgio Buarque de Holanda (1958), no seu clássico historiográfico, Visões do Paraíso. Portugueses e espanhóis viram nas terras e nos povos descobertos algo referente aos seus ideais edênicos de pureza e elevação humana. Nada disto impediu o extermínio programado e a escravidão dos nativos, até porque o ideal edênico foi facilmente transferido pela empresa colonial, com maior potência, para a geografia natural e suas riquezas.

    Fundamentaram estas visões as idéias de: um clima perfeito, sem maiores oscilações; uma natureza abundante, “onde se plantando tudo dá”; um local paradisíaco acalentado fora dos domínios terreais dos colonizadores; por fim, os indígenas seriam seres humanos que não conceberiam o sexo como eixo central do ‘pecado original’. Houve consenso quanto aos benefícios do clima e da terra de onde se poderiam extrair riquezas e fazer a produção agrícola. A questão dos nativos permaneceu como um paradoxo durante o período colonial, chegando aos dias de hoje como problema não inteiramente resolvido nas culturas das ex-colônias ibéricas.

    Alguns setores da Igreja da Contra-reforma continuaram no caminho da busca e do possível ato de recriação do paraíso por meio da proteção relativa dos indígenas, chocando-se com o poder colonial. Esta posição era relativa, por os entender como carentes da evangelização e do seu agrupamento econômico em torno da hierarquia eclesiástica. A dialética do processo colonial implicou em uma dupla abordagem. De um lado, os nativos foram vistos como empecilhos a serem eliminados ou entes a serem escravizados, ou ainda, submetidos a outros tipos de trabalhos forçados. De outro, em especial os jesuítas, os viram como descendentes diretos do velho paraíso, imaginado por suas cosmogonias. Os esforços político-argumentativos de Bartolomé de las Casas [4] e as ações de resistência dos jesuítas das Missões podem ser compreendidos como fatos da mesma cepa.

    A tradição, trazida pelo colonizador ibérico, compele aos brasileiros atuais a continuar a busca do paraíso. Eles prosseguem na senda de origem do processo colonial. A diferença é que hoje, simplesmente, a invertem. O paraíso terrestre, nesta nova visão edênica, poderá estar no exterior ou, em lugares mais desenvolvidos do Brasil. A crença inabalável na existência de um mundo sem males, além do espaço material em que se vive, implica a busca de saídas para as dificuldades encontradas. Tem-se, no país, uma longa experiência de migrações internas. A forte diferença entre cidade e campo, mimetizada na existente entre o centro e a periferia estimularam e estimulam a busca de eldorados no país ou fora deste.

    A maior parte da população dos grandes centros tem origem em outras regiões. Alguns vieram de longe atravessando a continentalidade brasileira. Outros saíram de suas pequenas cidades no interior da mesma unidade da imensa federação ou de suas proximidades. Pelo menos, os avós das atuais populações de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre etc não nasceram nestas megalópoles. O mais comum é o fato de que o habitante das grandes e médias cidades ser alguém que veio de fora ou filho de quem proveio de outros lugares. A mobilidade geográfica e social do país é conhecida. Ser brasileiro é, na maioria dos casos, existir como uma pessoa com laços de parentesco étnico e geo-espaciais múltiplos. Nos versos do poeta, à busca de reagir contra os regionalismos excludentes:

    O meu pai era paulista. Meu avô, pernambucano. O meu bisavô, mineiro. Meu tataravô, baiano... [5]

    Em outras palavras, ser brasileiro, mesmo oriundo das elites, significa ter raízes espalhadas pelo longo território do país. O processo de urbanização mais aguda tem apenas meio século, que é também o tempo de existência madura do capitalismo industrial do Brasil. As mudanças ocorridas nestas últimas décadas movimentaram enormemente a população, a realocando do interior em direção aos maiores centros urbanos.
    Luis Carlos Lopes

    Notas:

    [1] O autor exerceu a função de leitor do Brasil, escolhido em seleção pública. Foi vinculado ao Consulado brasileiro local e a uma universidade do Quebec.

    [2] Aproveita-se a oportunidade para agradecer ao Sr. Cônsul do Brasil em Montreal, Embaixador Washington Luis Pereira de Sousa, pelo apoio dado a esta pesquisa, bem como aos funcionários do consulado, pelas ajudas prestadas.

    [3] Aproveita-se para agradecer as sucessivas ajudas e esclarecimentos dados generosamente por Ismael Cordeiro, imigrante brasileiro há mais de 16 anos, militante cultural e social, bastante conhecido entre os seus compatriotas de Montreal.

    [4] Ver as obras clássicas de Las Casas e o livro de Tzvetan Todorov sobre a questão do outro (alteridade), versando sobre as opiniões dos colonizadores espanhóis e dos colonizados indígenas, no início do processo de dominação do México e do Caribe.

    [5] Chico Buarque de Holanda. Paratodos.
    -----------------------------------------------------------------------------

    Luís Carlos Lopes é pesquisador e professor universitário.

    fonte: RCI (Rádio Canadá Internacional) 
    -----------------------------------------------------------------------------

    Leia na segunda parte do estudo Brasileiros de Montreal:
    • término da introdução
    Partes seguintes:
    • A realidade política quebequense e a imigração
    • A tentativa das acomodações razoáveis
    • A cidade e a imigração
    • Brasileiros em Montreal
    • A parole dos brasileiros
    • Entrevistados de Montreal
    • Conclusões
    • Bibliografia
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    29 de janeiro de 2009

    Evolução à francesa

    0 .
    O francês é o idioma do dia-a-dia em 56 países do mundo.
    Segundo pesquisa encomendada,
    • 39% dos entrevistados têm interesse no idioma inglês
    • 33% no espanhol
    • 16% no francês
    No Québec entre 2007 e 2008, cresceu em 17% a adesão de brasileiros devido a programa de oportunidades profissionais da região. Vide o processo de imigração pela província.
    livres2
    A pesquisa ainda mostra outros motivos pela escolha do idioma francês (veja dicas de cursos gratuitos online ), como o conhecimento cultural e o crescimento pessoal através da língua. Crescentes áreas de trabalho como: Hotelaria, Gastronomia, Moda, Relações Internacionais, Comércio Internacional e Turismo, também influenciam a procura pela língua.
    Leia a repostagem na integra publicada no site Administradores.
    C'est parti


    2 de dezembro de 2008

    Site phonétique - idioma francês

    6 .
    O site "phonetique" além de dispor de exercícios de fonética para principiantes e intermediários, oferece também links para podcasts, canções, poesias, vídeos e trechos literários, o que pode ser útil para quem já tem o conhecimento do idioma. Basta clicar em "prononciation: activités et exercices."

    Clique no link abaixo et c'est parti.

    Phonétique


    Veja mais sobre o estudo do idioma francês no Blog:

    Francês em MP3 - Free Podcasts

    Idioma - Francês Gratuito na Net

    Onde escutar francês do Québec!!! + Exercícios

    Francês em MP3

    Língua e Cultura Francófona





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    25 de novembro de 2008

    Imigração Québec

    0 .
    Você também encontrará informações muito úteis visitando os links de "Nossa lista de Blogs" que se encontram logo abaixo da coluna dos posts. Visitem também a "Bússula" do nosso Blog que está cheia de informações, assim como também os "Links úteis" (ambos localizados na coluna direita desta postagem) 

    Boa pesquisa!!



    3 de julho de 2008

    Aulas djá!

    3 .

    livro3

    Amigos!

    Se tudo der certo, recomeçaremos nossas aulas de francês na próxima semana. Terça-feira tivemos uma aula/avaliação na escola que nos apresentou o melhor custo-benefício. Já não era sem tempo, pois as entrevistas estão aí e precisamos tirar o atraso!

    à bientôt!livro

    andrea e juba

    31 de maio de 2008

    Francês em MP3 - Free Podcasts

    0 .
    Dois bons sites para escutar o idioma francês.

    Faça o download gratuitamente dos podcasts (mp3) e salve-os no computador, no MP3 Player, Ipod, etc, para
    ouvi-los sempre que possível.

    Baixe também os PDF para ler os textos dos assuntos relacionados. Clique nos links:

    Link 1 - podcast FrancaisFacile

    Link 2 - podcast LearnFrench


    Bom estudo!

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    Francês Gratuito na Net

    3 .
    estudo OnLine

    Material de apoio para o estudo do francês

    Pesquisando sobre cursos da língua francófona na internet, encontrei essas boas opções de sites (logo abaixo) que disponibilizam gratuitamente o estudo da lingua francesa. Vale a pena dar uma conferida. Clique nos links:

    1-Organisation internationale de la Francophonie (fr)

    2-Bebel Mundo (pt)

    3-Franco Clic (pt)

    4-TV5Monde (fr)

    5-Restez Branché (pt)

    6-BeepWorld (pt)


    7-Web Línguas (pt)


    Bom estudo!

    Não deixem de pesquisar o que já postamos a respeito.

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    27 de maio de 2008

    Le système scolaire du Québec

    0 .
    Continuando a falar sobre estudo.
    As informações deste link são um resumo do sitema escolar de Québec e dos principais diplomas. Ele serve para compreendermos a correspondência entre formação" brasileira e québécoise"
    Sds
    Juba e Dea

    TABLEAU COMPARATIF DES DIPLÔMES BRÉSILIENS

    0 .
    imagem lumaxart
    Segue o link do site oficial do governo de Québec, onde se encontra uma tabela comparativa de diplomas brasileiros, fazendo correlação com as pontuações.
    Abraços
    Juba e Dea

    6 de março de 2008

    Educação de qualidade

    0 .
    Educação de qualidade


    Enquanto o Canadá conquista a terceira posição no ranking de qualidade de educação para estudantes de 15 anos – elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico(OCDE) –,
    o Brasil classifica-se como um dos sete piores países, à
    frente apenas da Colômbia, da Tunísia, do Azerbaijão, do
    Catar e do Quirguistão. Realizado com mais de 400 mil
    estudantes do Ensino Médio de 57 países, o estudo, aplicado a
    cada três anos, desta vez mediu o conhecimento e a capacidade
    de os estudantes utilizarem noções de ciências em seu dia-a-dia.
    Em anos anteriores, os testes envolveram habilidades de leitura e
    matemática. Segundo o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, a
    lista pode auxiliar os governos a definir seus programas de educação.
    “O estudo é muito mais do que um ranking, pois revela como os
    países estão equipando os jovens para o futuro”, completa.

    Ranking
    1 Finlândia
    2 Hong Kong
    3 Canadá
    4 China
    5 Estônia
    6 Japão
    7 Nova Zelândia
    8 Austrália
    9 Holanda
    10 Liechtenstein

    21 de janeiro de 2008

    Guia de Comparação de Estudo

    2 .
    Segue o guia de comparação de estudos. Para entendermos melhor como é contado o tempo de estudo em Québec.

    http://www.immigration-quebec.gouv.qc.ca/publications/fr/evaluation-etudes/guide-maroc.pdf

    Onde escutar francês do Québec!! + Exercícios

    0 .
    fonte: Marmé e Tati no Canadá


    Áudio e Vídeo

    Rádio Canadá - Jornal (2 links, mas sempre é bom fuçar o site!)
    http://www.radio-canada.ca/index.shtml


    LCN - TVA - Jornal
    http://lcn.canoe.com/cgi-bin/stream/player.pl

    TV5 - Ditado

    http://www.tv5.org/TV5Site/dictee/dictee.php

    Exercícios

    http://pages.infinit.net/yhetu/

    http://www.csdm.qc.ca/csdm/index.asp

    www.micc-francisation.gouv.qc.ca/myscriptoradmin/arboframe.asp?nodossier=617007

    LeituraOffice Québecois de la Langue Française
    http://www.oqlf.gouv.qc.ca/


    Francês para iniciantes - site Imagiers

    1 .
    Site simpático e bem organizado. Nele você encontrará as seguintes categorias:


    – Software
    – Videos
    – Podcast
    – Download
    – Exercícios
    – Francês gestos
    – Gerador de quiz e Imagiers
    – Quiz
    – Wikimagiers
    – Fairytales
    – Feedback

    Link: Imagiers

    Bom estudo e até mais!

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    Língua e Cultura Francófona

    0 .

    "Francoclic" é um site contendo diversos recursos de acesso livre, destinado particularmente aos alunos e professores interessados na aprendizagem e no ensino da língua francesa e das culturas francófonas

    "Francoclic" é o resultado de uma parceria entre a Embaixada da França no Brasil e o Ministério brasileiro da Educação para responder à um verdadeiro pedido dos atores da língua francesa no Brasil.
    Nele você encontra os módulos: de auto-aprendizagem "Reflets-Brésil", de utilização em sala de aula "mailto:Br@nch%C3%A9!", de especialidade agrícola "Agriscola" e de descoberta "le monde francophone d'un clic" e "Images de France".

    Bons estudos!!

    http://francoclic.mec.gov.br/